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Rejuvenescimento íntimo devolve lubrificação, elasticidade e aumenta o prazer feminino

18/10/2017

Rejuvenescimento íntimo devolve lubrificação, elasticidade e aumenta o prazer feminino

Rejuvenescimento íntimo devolve lubrificação, elasticidade e aumenta o prazer feminino
Dermatologistas explicam que métodos não invasivos estimulam a produção de colágeno na região vaginal, diminuem dores durante a relação sexual, incontinência urinária, infecções e perda de lubrificação e elasticidade

Muitas mulheres se queixam de dor e falta de lubrificação durante a relação sexual. Outras, apenas gostariam de melhorar a flacidez vaginal, deixando a pele mais rosada e jovem. A novidade é que se pode fazer isso tudo sem cirurgia com os tratamentos de rejuvenescimento íntimo, que renovam a autoestima e ampliam a satisfação sexual.

Com as alterações hormonais típicas do envelhecimento na mulher, o aparelho genital passa por mudanças que, muitas vezes, dificultam o ato sexual e o prazer. A lubrificação diminui e as paredes vaginais tornam-se finas e flácidas, gerando dor na relação e até mesmo ferimentos. O pH vaginal aumenta e a frequência de infecções como candidíase e vaginose também. Além disso, a perda de elasticidade faz com que a pelve seja menos funcional ao reter a urina, gerando escapes em pequenos esforços.

Segundo o dermatologista Thales Bretas, da Clínica Les Peaux, o rejuvenescimento íntimo vai além da queixa estética e começou a se popularizar no Brasil em 2015. “A procura maior é de pacientes de meia idade, entre 50 e 60 anos, que estão começando a entrar na menopausa. Elas sentem dor na relação e perda de lubrificação, apensar de serem ainda jovens e sexualmente ativas”, diz.

Os tratamentos são feitos em parceria com o ginecologista, não doem e poupam o colo do útero. “Quando o paciente nos procura, fazemos uma avaliação da parte externa e escrevemos uma cartinha para o ginecologista. Tivemos uma paciente jovem que reclamava muito de candidíase repetitiva e com o laser melhorou bastante. Muitas vezes o ginecologista passa reposição hormonal e a mulher ainda não precisa disso”, explica o médico.

O Femilift, nova ponteira do Pixel CO², emite raios de laser fracionado que, ao atingirem a parede vaginal, estimulam a regeneração e a formação do colágeno através da geração de calor. Ele reforça a parede do órgão e o assoalho pélvico, devolvendo a lubrificação e o prazer à mulher, assim como a capacidade de conter a urina eficientemente. Ele é indicado principalmente para as mulheres que, com a queda hormonal natural ao longo dos anos, experimentam sintomas como dor na hora da relação, sangramentos, ressecamento vaginal e infecções recorrentes, como a candidíase. O procedimento não requer anestesia, sendo realizado em consultório médico.

 A aplicação é rápida e indolor. É preciso estar em dia com o preventivo ginecológico e a recuperação se dá em até 7 dias, quando as atividades sexuais podem ser retomadas. “Como os tratamentos mexem na parede vaginal, poderia provocar infecção. O tempo de 7 dias é para a cicatrização do epitélio”, diz o Dr. Thales. Os resultados são definitivos, mas o envelhecimento contínuo pode tornar necessária uma manutenção, com uma sessão anual para impedir que o órgão torne-se disfuncional novamente.

Mulheres jovens com ressecamento também podem fazer e os resultados são ótimos. O que vai variar entre a jovem e a idosa é a intensidade do laser. “A intensidade menor é para lubrificação, alivia o ressecamento e dor na relação sexual, deixa a vagina mais apertada e aumenta o prazer. A intensidade maior é indicada para reforçar a parede vaginal, indicada para atrofia vaginal e perda de elasticidade. Ela estimula colágeno nas camadas mais profundas e faz com a vagina se torne mais elástica e volta a ser como era na fase sexual ativa”, explica Dr. Thales.